Connecting Food combate desperdício de alimentos

Startup conecta empresas e organizações sociais para a distribuição de alimentos que seriam descartados

Uma iniciativa que visa o combate à insegurança alimentar e que reúne os ODS 2 – Fome zero e agricultura sustentável, ODS 12 – Consumo e produção responsáveis e ODS 17 – Parcerias e meios de implementação. Este é o trabalho da Connecting Food, primeira foodtech brasileira especializada em inteligência de redistribuição de alimentos em perfeitas condições de consumo para organizações sociais. A ideia é conectar empresas que iriam descartar alimentos ainda bons para consumo a entidades que atendem pessoas em situação de vulnerabilidade social.

Utilizando tecnologia, dados e conexões, a startup atua na redução do desperdício e na luta contra a fome, proporcionando uma melhora socioambiental em vários níveis e setores. Fundada em 2017, a Connecting Food já ajudou na redistribuição de mais de 18 mil toneladas de alimentos, impactando mais de 660 organizações sociais com o complemento de 33 milhões de refeições pelo país. A organização atua também na defesa da causa, visando fomentar o ambiente legal necessário para o crescimento das doações de alimentos no Brasil.

A startup realiza a coordenação e monitoramento do fluxo de doações entre as empresas e entidades sociais e também estrutura os processos por meio de seu time técnico consultivo. Outro destaque está nos projetos especiais, desenvolvendo estratégia, planejamento e implantação de modelos autônomos de redistribuição de comida em locais vulneráveis. A Connecting Food atua também na mobilização dentro das empresas, compartilhando histórias e experiências.

Como resultado da gestão eficiente das doações dos alimentos, vários são os benefícios apontados: otimização das operações e redução dos custos operacionais na gestão de resíduos; conscientização sobre o desperdício entre os funcionários da organização; geração de dados para a gestão de perdas poder ter um melhor controle dos seus estoques; produção de indicadores de impacto socioambiental, contribuindo para o posicionamento público no âmbito da responsabilidade social; além de incentivo à captura de incentivos fiscais nesta área por meio de orientação junto aos clientes.

Ou seja, ajudar ao próximo ajuda a reduzir os impactos na natureza, combate à fome e ainda traz benefícios para as organizações. Ora, já passou do momento disso virar uma estratégia adotada em todas as cadeias de negócios, não é mesmo?

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